30.3.08

Ações espontâneas, impensadas e sensacionais

A vida é feita de constrastes mesmo,
num dia eu reclamo absurdamente:
meu trabalho é uma bosta e blablabla...
No outro eu resolvo fugir do trabalho e vou para a praia.
E por mais que eu tenha ido para lá com dois amigaços e companheiros de trabalho,
e por mais que o trabalho tenha sido trazido para o assunto diversas vezes,
nem importou muito, sabe?
Tudo foi sensacional,
não reclamo do fato de não ter mulher, muito dinheiro e nada disso.
Estava tudo perfeito e ponto final.
Amanhã volto para o trabalho,
provavelmente serei questionado a respeito da falta no sábado,
bem, foda-se!
Ainda estava perfeito e chega!
Que a vida seja repleta de espontaneidades como essa!

25.3.08

siga a sua missão de paz...

a loucura que me assolou no dia de ontem já não faz parte desse ser,
passei o dia irritadiço,
me controlei e fingi que não era comigo,
porque não era mesmo...

Já pedi para sair,
já sai para não me desgastar ainda mais,
já me desgastei por ser um idiota...

Só me resta dormir para ver com que ânimo e com que sorriso acordarei amanhã...
E eu continuo com a frase, mais para profecia de Beto Cupertino, ecoando na cabeça:
"Ao menos você perdeu peso..."

24.3.08

...As líbelulas estão voando pelo sol, você sabe o que eu quero dizer, não sabe?

Diante da loucura que marcou meu dia,
depois de três dias quase insanos de doença intercalada de saúde momentânea intercalada de remédios intercalado de cerveja para ajudar a descer...
A loucura de voltar aos dias de vitória e de rotina,
pegar o ritmo, sabe como que é?
Nem perdi tanto tempo assim, embora pareça tanto que acho que atrofiou um pouco...
Trabalhando com uma insanidade que intercalava a felicidade que intercalava momentos de psicopatia que intercalava momentos de "quero sair daqui"...
Eu estava num bom momento,
cercado de amigos,
cantando um cover de alguém que não sei quem é, na versão do muse:
"It's a new dawn, it's a new day, it's a new li-i-i-ife, for meeee..."
E num mundo bastante estranho,
a falta de momento para pensar me fez sentir-me feliz,
uma felicidade estranha,
intercalada de todo o resto já citado...
com resquícios de todo o final de semana de ócio e doença que se passaram
"...and i'm feeling good"

23.3.08

apenas mais um pensamento jogado...

Nada é totalmente irreparável a ponto de não ser tentado,
nada é totalmente incógnito a ponto de não poder escapar por entre os seus dedos,
nada é totalmente seguro a ponto de não precisar de chave nas portas,
ou tranca nas janelas,
nada é totalmente inteligível a ponto de eu não ter que interpretar segundos ou terceiros significados em suas palavras,
nada é totalmente irreversível a ponto de não valer a pena tentar mudá-lo.

22.3.08

As geleiras derretem no morrer da noite

Paz de espírito as vezes é bom,
ficar a toa tem lá suas vantagens,
mas percebam que você nunca sente prazer nisso quando é obrigado a fazê-lo,
essa doença que me assola, por exemplo,
fez com que eu antecipasse o meu retorno pra casa ontem a tarde,
perdesse o ZZ Top cover,
tivesse uma péssima noite de sono (sonhando com edição de foto de Hornet, enigmas do Nine Inch Nails e uma morena de olhos claros que estou tentando lembrar até agora),
mas nem há de se reclamar,
viver é preciso e daqui a pouco estou fora de casa,
por quanto tempo eu nem sei,
espero do fundo do meu âmago não ter que voltar antes para casa.

Aguarde cenas do próximo capítulo.

16.3.08

Cheiro de ócio

A conjunção de fatores me alegra,
nunca passar uma noite de sábado em casa foi tão produtiva...
Em meio a mais arrumações, as já tradicionais organizações de papelada e etc.
Descobrir que você voltou alguns manequins tem lá seu mérito,
sentir um gostinho do que é dormir quase 8 horas em uma noite, e não em uma semana, também.
Saber que o que está porvir é o típico domingo chuvoso em que você só levanta para ir até a locadora e alugar um filme qualquer e passar o dia a toa.
Ao contrário do que fora dito anteriormente,
os domingos continuam depressivos.
Mas e daí?
Hoje ele está com uma aura especial.
Vou viver o ócio e já volto!

2.3.08

Agora meus domingos não serão mais tão depressivos

Tantas coisas para se dizer,
tantos assuntos para abordar:
Acontecimentos e revelações da última noite, a arte como forma de não ficar parado, as senhoras da casa se perguntando quando vai parar e por aí vai.
A sensação, no entando, é de falta do que falar,
necessidade de se escrever, mas sem nada para dizer,
talvez seja por isso que essa postagem tem um gostinho de ranço, sabe?
A eterna falta do que falar aliada a uma vontade superior.
Talvez seja mesmo.
E nessa ladainha toda eu vejo mais sentido do que constantes tentativas de fazer a diferença.
E essa ladainha toda só existe por uma simples palavra,
palavra essa que faz o mundo parar e as coisas mudarem de figura.
A palavra-chave é: DOMINGO!

Este post foi classificado como altamente dispensável.